Nem malhar.
Nem correr.
Nem brincar.
Nada.
Nem nadar.
Nem subir.
Nem cair.
Nem chorar.
Nenhuma ferida - a não ser que contem-se as picadas de pernilongos -
Nenhuma fratura,
Nenhuma risada ou nova brincadeira preferida.
Nada
Só vagos pensamentos
Vagueando às sombras de todo o mal
Ao fim de cada ritual,
Junto com o choro e a vela,
O papel e a caneta,
O adjunto perto do verbo.
Fora isso, nada.
Nem decisões,
Nem precauções,
Nenhum tipo de ação,
Nada!
detrás das páginas amarelas de Freud:
- Nada!
CC - Felipe Fausto
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