E hoje o sorisso é só fachada.
Escondendo os pedaços daquilo que se quebrou.
São gotas ao chão, na obscuridade.
No profundo, proibido é o coração.
Sublime e natural é o que se mostra,
não sabe quantas verdade para mim o silêncio guarda
longe da foice do inimigo.
Sim! É assim que resisto a cada golpe fincado.
Trancado para sobreviver.
O medo domina minha cavalaria.
A luz do Sol que invade a manhã é saudade.
É arder e congelar, definhar, mas ainda assim...
Sobreviver, estou vivo.
Ser apenas mortal, nada mais.
E sentir a dor no fim, sim.
amandinha manda muito bem também.
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