domingo, 7 de março de 2010

Meio-Soneto do Feliz

Ilusões a parte,
vivendo vou
fazendo arte
só, onde estou.


Vou-me!
Fazer arte em outros cantos!
Cantos em toda a parte
Felipe Fausto

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Você

Parecia que você era tudo o que eu mais amava, mais queria...
Pena. Pena que com o tempo, você se revelou ser exatamente o que mais detesto.
No começo o coração explodia, os olhos brilhavam, o rosto se enrubrecia...
Hoje o coração quase para pela falta de emoção de estar ao teu lado. Se meus olhos esboçam uma reação ao te ver, é chorar. mas meu rosto ainda muda de cor; fica pálido.
Se antes sentira um amor intenso, hoje nem sei mais o que sinto. Acho que realmente não sinto nada. Nem indiferença.
A beleza se ridicularizou, o caráter - que era difícil de se ver - evaporou, aquela lembrança de um futuro em que seríamos felizes juntos se desfez.
A felicidade vem em ecstasys. Se num momento você consegue me deixar feliz, logo em seguida consegue rebaixar meu sentimento à mais extrema tristeza.
Acho que te amava, agora acho que te odeio. Acho.
Apesar de já nem acreditar que que seremos felizes, a esperança remanesce.
Você mudou minha vida. Só não sei se para melhor ou pior. Foi importante.
Valeu.
Não vale mais.


Felipe Fausto

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Reticências(...)

Bom...
É... Talvez nem tão bom...
Seguinte:
Eu estive congitando, imaginando, refletindo, pensando na possível probabilidade de que eu goste um pouco mais de você...
Mas, porém, entretanto, todavia, no entanto... pode ser que talvez isso seja só apenas uma confusa indecisão gerada por consequência das inúmeras e intermináveis repetições de pensamentos e ideias na curta (e intensa) duração desse último período de tempo.
Não tenho certeza de nada. Minto. Completa é minha certeza quanto à minha incerteza.
Incerteza não pelo sentimento que tenho sentido por você, mas pela intensidade desse incerto e insensível sentimento.
Sei que te amo.
Só não sei a que ponto.
Felipe Fausto