segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Eu lhe desejo...

um Próspero Ano Novo com escolhas conscientes...
e sustentáveis!

Que em 2010 você encomomize água

-Segundo a ONU, a escassez de água já atinge 2 bilhões de pessoas.
Este número pode dobrar em 20 anos.
Faça a diferença no Ano Novo usando a água racionalmente, fechando a
torneira enquanto escova os dentes e tomando banho em até 6 minutos.


Que em 2010 você consuma menos carne

-O consumo de carne animal gera desmatamento, desequilíbrio ambiental,
poluição e desigualdade social.
É também um dos fatores responsáveis pelo aquecimento global.
Um Ano Novo melhor para todos pode começar na mesa de casa.


Que em 2010 você apague a luz!

-Todo mundo deseja muita luz no Ano Novo.
Deseje você também para as gerações futuras, apagando as luzes que você não
utiliza, abrindo as janelas, desligando o ar-condicionado e utilizando
conscientemente o chuveiro e o ferro de passar.


Que em 2010 você deixe o carro em casa!

-Ao deixar o carro em casa uma vez por semana você reduz consideravelmente
os gases de efeito estufa na atmosfera,colaborando com o trânsito, se
exercita e torna a cidade mais agradável.
Que no Ano Novo você vá par muitos lugares bacanas, a pé, de bicicleta,
ônibus ou Metrô.


Que em 2010 você consuma orgânicos!

-Alimentos orgânicos não possuem agrotóxicos e respeitam os ciclos das
plantas, insetos e pássaros essenciais para manutenção de nossa vida.
Também são mais saborosos e saudáveis.


Além disso...

Muita! Muita saúde, muita paz, e aquela história toda do clichê de cartões de Ano-Novo...
E mais sinceramente: muitas aventuras!
Que nesse novo ano, você pergunte menos "Por quê?" e mais "Por quê não?"! Viva a cada dia mais intensamente.
E que 2010 não seja marcado por quantas vezes você respirou, mas sim pelos momentos que tiraram o seu fôlego!

sábado, 26 de dezembro de 2009

Fachada

E hoje o sorisso é só fachada.
Escondendo os pedaços daquilo que se quebrou.
São gotas ao chão, na obscuridade.
No profundo, proibido é o coração.
Sublime e natural é o que se mostra,
não sabe quantas verdade para mim o silêncio guarda
longe da foice do inimigo.

Sim! É assim que resisto a cada golpe fincado.
Trancado para sobreviver.
O medo domina minha cavalaria.
A luz do Sol que invade a manhã é saudade.
É arder e congelar, definhar, mas ainda assim...
Sobreviver, estou vivo.
Ser apenas mortal, nada mais.
E sentir a dor no fim, sim.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Apócrifo

É noite.
Sinto a fadiga me abater.
Deitado, fico pensando
o que farei para te convencer.

Te convencer em palavras!
Ou com atitudes?
De como me sinto ante as faltas
que me lembram de suas virtudes.

Na cama me desligo.
Não sei se vou,
não sei se fico.
Mal sei onde estou...
Busco descanso...
Procuro por paz e calmaria.
Mas fico, na verdade,
pensando no que queria.

Queria, mas não pude ter...
Pensei, e não consegui fazer...
Assim, no meu leve traço,
deixo as provas de meu fracasso

Quando escrevo, não minto.
Minha caneta é meu delator.
Escrevo o que realmente sinto.
Relatos de um sonhador.

Sem falar,
me faço de tolo.
Escondo que sofro
e retorno a sonhar.

Agora!
Dê adeus!
Dê-lo a mim!

Que pela razão
não quero mais te ver.
Mas meu coração
não consegue te esquecer.
CC - Felipe Fausto